Narram as Escrituras que Jesus chamou doze homens aos quais deu o nome de Apóstolos. Eles foram escolhidos diretamente pelo Senhor, andaram com o Mestre, aprenderam os seus ensinos, viram-no ressurgir dentre os mortos, ser assunto aos céus. Foram usados pelo poder do Espírito Santo, receberam revelação especial, pregaram a Palavra, organizaram a Igreja e saíram em missão pelo mundo, anunciando a Jesus. Não estiveram livres de perseguições, ameaças, banimento. Foram presos, açoitados e mortos. Homens de Deus, poderosos e humildes.
ESSES APÓSTOLOS!
Narram as Escrituras que Jesus chamou doze homens aos quais deu o nome de Apóstolos. Eles foram escolhidos diretamente pelo Senhor, andaram com o Mestre, aprenderam os seus ensinos, viram-no ressurgir dentre os mortos, ser assunto aos céus. Foram usados pelo poder do Espírito Santo, receberam revelação especial, pregaram a Palavra, organizaram a Igreja e saíram em missão pelo mundo, anunciando a Jesus. Não estiveram livres de perseguições, ameaças, banimento. Foram presos, açoitados e mortos. Homens de Deus, poderosos e humildes.

Há no Apocalipse uma descrição sobre as muralhas da Cidade Santa e lá está a observação de que havia doze fundamentos e sobre cada fundamento o nome dos doze apóstolos do Cordeiro.
Aqueles apóstolos foram os heróis da fé cristã, causaram um impacto no mundo que só os céus puderam contemplar em toda a sua extensão. Abalaram corações e impérios, sempre na força e no poder do Nome de Jesus, o “Nome que está acima de todo nome”. Eles foram os homens “dos quais o mundo não era digno”.
Atualmente tem se tornado moda ser “apóstolo”, “apóstola” e “bispa fulano de tal”. Quase sempre, a si mesmos se nomeiam. Quando não, uma organização fundada por eles lhes atribui esse título. Inchados pelo sentimento da arrogância se colocam como se fossem os medianeiros entre a terra e o céu. Esmeram-se para serem visto como os substitutos na terra dAquele que foi para o céu. Usurpam a função de profetas e falam coisas que vêm da visão do coração de cada um. São prósperos, comem a gordura do rebanho e são impiedosos na tosquia. Nada lhes falta na terra, mas com certeza, um dia o céu lhes faltará!
Esses tais foram identificados pelos verdadeiros Apóstolos já naquelas éras. Por isso Paulo alertou à igreja: “aqueles são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos e procuram se transformar em APÓSTOLOS de Cristo. Mas isto não é para se admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz e não é impossível que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; mas o fim deles será conforme as suas obras” (2 Co 11.13-15).
A verdadeira igreja de hoje tem de aprender com a de Éfeso, que não podia suportar homens maus, e pôs à prova os que a si mesmos se declararam APÓSTOLOS e não eram e os tachou de mentirosos. Esses que a si mesmos se declaram apóstolos, são movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, andam segundo as suas paixões, vivem propalando grandes arrogâncias, são interesseiros de torpe ganância.
Esses homens e mulheres se levantam para a nossa vergonha e caem para o nosso horror. É incrível como esses ministros de Satanás encontram lugar no coração das multidões e no foco da mídia, depois deixam cair sobre os nossos ombros a ignomínia deles.
Você já percebeu como os fatos estão se sucedendo com uma freqüência que está se tornando rotina? Um caso está se dando agora entre nós; alguns outros aconteceram há alguns dias e logo surgirá um novo escândalo amanhã, envolvendo pastores e igrejas. E o que acontecerá? A sociedade que vive manipulada pela mídia, se acostumará com os fatos vergonhosos praticados pelos pastores evangélicos e encerrará a todos no mesmo lugar comum e os verdadeiros ministros da justiça cairão na zombaria cruel dos homens maus.
Estranho muito a ponto de me incomodar com o silêncio da liderança das Igrejas Históricas. Nenhuma palavra! Nenhuma manifestação! Nenhuma nota! Nada! Nada! Um silêncio completo, sepulcral! Será que nós mesmos já começamos a nos considerar iguais a esses ministros? Porventura os ministros dessas republiquetas eclesiásticas são iguais aos nossos ministros? Será que o rápido crescimento numérico e financeiro dessas “empresas” nos empolga e nos faz invejá-los? Porventura estarão eles sendo vistos por nós como exemplos de sucesso, exemplo de liderança que sabe atingir às massas e que sabe fazer dinheiro com a pregação da fé?
Eu quero repetir: a liderança da igreja em Éfeso declarou os falsos apóstolos como obreiros mentirosos e não lhes deu a destra de comunhão.
Se Igrejas Históricas, como a Igreja Presbiteriana do Brasil, não se manifestarem, não saírem do mutismo, não demorará muito para que a sociedade compreenda que Pastor é sinônimo de Trambiqueiro. Para quem está pisando a grama com o rebanho percebe que isto não está muito longe para acontecer!
Se isto não dói em mim, deveria doer, pelo menos, por causa das esposas dos pastores fiéis, dos filhos e doer, principalmente, pelo verdadeiro rebanho do Senhor.
Rev. Franklin Dávila