Segunda, Fevereiro 06, 2012
Leitura bíblica diária
  • A torre de Babel
    Gênesis 11.1-9

    Naquele tempo todos os povos falavam uma língua só, todos usavam as mesmas palavras. Alguns partiram do Oriente e chegaram a uma planície em Sinar, onde ficaram morando. Um dia disseram uns aos outros: — Vamos, pessoal! Vamos fazer tijolos queimados! Assim, eles tinham tijolos para construir, em vez de pedras, e usavam piche, em vez de massa de pedreiro. Aí disseram: — Agora vamos construir uma cidade que tenha uma torre que chegue até o céu. Assim ficaremos famosos e não seremos espalhados pelo mundo inteiro. Então o SENHOR desceu...
Notícias Pastoral PAIS & FILHOS

PAIS & FILHOS

“Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados...” (Cl 3.18-21).
    
O texto acima sintetiza algumas responsabilidades familiares. Na semana passada tivemos a oportunidade de refletir um pouco a respeito da autoridade e da submissão como elementos importantes para a estabilidade familiar. Posteriormente, falaremos sobre o princípio da afeição, ainda neste texto.
Observando a parte final do versículo acima, vemos que é requerido dos filhos e dos pais algumas posturas. Primeiramente, no que se refere aos filhos vemos a responsabilidade da obediência sendo exigida. Quando analisamos a nossa sociedade, se existe uma postura que é considerada como sinônima de autonomia para muitos, é a postura de desobediência aos pais. Sabemos que esta postura longe de gerar independência, maturidade e outras situações desejadas, tem trazido aos filhos muitos dissabores. Alguns se rebelam contra os pais e, como conseqüência vivem menos, sofrem mais e fazem outros sofrerem. A Bíblia diz que “... o obedecer é melhor do que o sacrificar” (1 Sm 15.22) mas nem sempre a palavra de Deus é levada a sério nas famílias. É certo que, existem exigências, que exprimem mais caprichos e temores paternos do que preocupação sadia com os filhos. Muitos pais ainda não entenderam o significado do que preceitua o salmo 127 (ter Deus como base; os filhos nos são emprestados; devem ser bem preparados para serem atirados ao mundo) mas isso não dá direito aos filhos de serem estúpidos com os seus progenitores. É preciso obedecê-los, em tudo o que a bíblia coloca como certo, e isso é uma maneira de agradar ao Pai celeste. Tudo o que formos fazer precisa ser feito sem murmuração e nem contenda (Fp 2.14) como se estivéssemos servindo ao próprio Deus.
Felizmente, o texto também adverte aos pais para que não irritem aos seus filhos. Existem várias maneiras de irritar aos filhos. Destas, creio que a ausência de postura moral em casa, (mentiras, gritarias, incoerências, etc) seja a pior. Muitos filhos foram e são criados como órfãos de pais vivos. Pais que não exercem a menor diferença na vida dos filhos. Pais ausentes, pais que não colocam limites, pais que não demonstram amor com medo de perderem a “autoridade”, dentre outros tristes modelos. Como conseqüência deste espectro de pais, os filhos ficam desanimados e desnorteados. É responsabilidade dos pais coletivamente e do pai, particularmente, não irritar os filhos. Relembramos que a responsabilidade do Pai acaba sendo maior, em função do mesmo, ser considerado o sacerdote do lar. Na ausência do pai, alguém deve ocupar esta responsabilidade e, com a ajuda de Deus seguir em frente na doce missão de preparar para a vida. Não apenas esta vida, mas também, a vida eterna.  A nossa ação missionária começa em casa.