“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” (1 Jo 4.7,8).

Recentemente, tivemos a oportunidade de refletir a respeito do seguinte tema: “Quando o trabalho afeta a vida em família e a nossa relação com Deus”. Foi dito que “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec 3.1-8). O grande problema é que somos péssimos gestores do tempo e assim, não conseguimos conciliar as coisas e confundimos o que é urgente (correrias do dia-a-dia) com o que é importante (aquilo que de fato fica e contribui para a nossa formação enquanto ser humano) desta forma caminhamos com duas importantes ferramentas: a bússola (para mostrar o rumo certo) e o relógio (para disciplinar o uso do tempo). Na nossa vida precisamos: priorizar 1 Deus antes das pessoas; 2 As pessoas antes das coisas; 3 A família antes do trabalho; 4 O cônjuge antes dos filhos; 5 Os filhos antes dos amigos; 6 O cônjuge antes de si mesmo; 7 As coisas espirituais acima das materiais (preleção do Reverendo Eudóxio, dia 26-08).
Além de muita sabedoria para conciliar todas estas questões, precisamos de muito amor em nossas ações. De acordo com Cl 3.18-21: “Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Marido, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados”. existem responsabilidades para todos os integrantes da família. Após considerarmos o princípio da autoridade e o princípio da submissão, observaremos agora o princípio da afeição. A estabilidade familiar repousa no princípio da afeição (amor) Segundo o texto bíblico anteriormente citado (Cl 3.18-21), a autoridade e a submissão na família se harmonizam e se tornam viáveis, praticáveis e agradáveis, em virtude do princípio da afeição: consideração do marido para com a esposa e vice-versa, dos pais para com os filhos e destes para com os pais. O princípio da afeição, sobre o qual também repousa a estabilidade familiar, deve, necessariamente, ser exercitado da seguinte maneira, como sugere o texto: 3.1 Afeição conjugal (Ef 5.28-33); 3.2 Afeição filial (Pv 6.20-23) e Afeição paternal (Ef 6.4). O amor deve perpassar todos os nossos relacionamentos familiares, pois é num ambiente de amor que as pessoas aprendem a amar. Com a ajuda de Deus é possível trabalhar para que de fato o nosso lar seja um pedacinho do céu aqui na terra.