O mês de dezembro já se iniciou. Os preparativos para as festas de final de ano já são visíveis em todo lugar, afinal o natal se aproxima. Faixas, cartazes, promoções, amigo secreto, luzes, árvores de natal, pedidos para o papai Noel, distribuição de cestas básicas, panetones, ceia, cartões, mensagens, telefonemas, enfeites, ..., ufa! Parece não ter fim a descrição de tudo aquilo que acontece nessa época. Com isso fica evidente a capacidade criativa do homem. Espera aí! Tá faltando alguma coisa! Ah... está faltando o principal: Jesus!!!

Bem, é exatamente assim que tem acontecido ano após ano. Temos passado pelo natal sem comemorá-lo devidamente. Na verdade estamos preocupados com tantas coisas que foram e são inseridas no decorrer dos anos nesta celebração que mal temos tempo para nos lembrar realmente da verdadeira razão do natal! O nascimento de Jesus. Na verdade tudo isso é conseqüência do humanismo, que descarta Deus do mundo. Resultado natural do ensino consumista presente em nossa sociedade, que transforma qualquer data comemorativa em um instrumento comercial. Precisamos tomar cuidado. Não podemos ser enredados com tal filosofia. O apóstolo Paulo escreveu aos romanos os exortando para que não se conformassem com o mundo mas, que tivessem suas mentes transformadas (Romanos 12.1-2). Não podemos permanecer como estamos. É preciso resgatar a lembrança do nascimento de Cristo. Nascimento que é fruto da ação do Espírito Santo (Mateus 1.18, 20) para a salvação do povo de Deus (Mateus 1.21). Nascimento que aponta para a presença de Deus conosco (Emanuel). A vinda da Luz ao mundo. A resposta para os anseios dos homens. A manifestação da graça de Deus em nossa vida.
Celebremos e comemoremos o Natal. Não como o mundo tem comemorado. Mas como os magos fizeram após terem visto a estrela onde Cristo estava: “alegraram-se com grande e intenso júbilo” (Mateus 1.10), e que tenhamos essa alegria e intenso júbilo. Que os mesmos nos levem da mesma forma que os magos a nos prostrar e adorar ao Rei dos Reis.
“Aviva em nós as forças da memória, pois sempre mais queremos conhecer o Rei dos céus, o Cristo cuja glória enleva os santos anjos de prazer”.
Pastor Eduardo Assis