Segunda, Fevereiro 06, 2012
Leitura bíblica diária
  • A torre de Babel
    Gênesis 11.1-9

    Naquele tempo todos os povos falavam uma língua só, todos usavam as mesmas palavras. Alguns partiram do Oriente e chegaram a uma planície em Sinar, onde ficaram morando. Um dia disseram uns aos outros: — Vamos, pessoal! Vamos fazer tijolos queimados! Assim, eles tinham tijolos para construir, em vez de pedras, e usavam piche, em vez de massa de pedreiro. Aí disseram: — Agora vamos construir uma cidade que tenha uma torre que chegue até o céu. Assim ficaremos famosos e não seremos espalhados pelo mundo inteiro. Então o SENHOR desceu...
Notícias Pastoral A Difícil Tarefa de Perdoar

A Difícil Tarefa de Perdoar

Sample Image“Pois bem, ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém, prefiro, todavia, solicitar em nome do amor...” Fl 1.9,8
Em nossos relacionamentos pessoais somos por hora e outros, quase que diariamente ofendidos. Palavras duras, ásperas, críticas destrutivas, verdades ditas para magoarem e não para edificarem.
Como é difícil encararmos tudo isso, principalmente se estas coisas vêm até nós através de pessoas que realmente amamos. O que fazer diante dessa triste realidade?
Observando a epístola de Paulo a Filemom, podemos encontrar alguns princípios que podem nos ajudar diante da triste realidade de sermos ofendidos.
O mundo e o nosso ego nos ensinam que diante da ofensa o ofensor deve nos pedir perdão. No entanto o ensino bíblico nos mostra algo bem diferente.
Textos como Mt 18.15 mostra-nos o dever do ofendido em conceder o seu perdão, mas muito mais do que uma obrigação, devemos perdoar em nome do amor.
Todos nós conhecemos o texto que diz que o amor tudo suporta, mas além de suportar, o amor cobre multidão de pecados 1Pe 4.8. É sobre esta base que Paulo fundamentou seu pedido a Filemom. O amor de Cristo dentro do coração de Filemom é que produziria o perdão em favor daquele que provavelmente causara muitas dores ao seu senhor. Não é apenas pelo fato das escriturar nos ordenarem a prática do perdão que devemos obedecê-la. O verdadeiro perdão não é produzido no coração do crente diante de um mandamento, mas sim pelo verdadeiro amor que Cristo nos concedeu, o qual nos faz amar até inimigos, amigos e familiares que nos ofenderam.
Este amor também nos capacita a não guardar mágoas.
Paulo exorta Filemom para que agisse com amor, ou para que não houvesse ressentimento por seu agora irmão Onésimo (v.17).
Com esse pedido Paulo mostra-nos a disposição natural do ser humano em guardar mágoas.
Quando o verdadeiro perdão floresce dentro de nosso coração a ofensa passa a ser passado perpétuo, nunca presente e raramente lembrada.
Precisamos entender que não é fácil perdoar, pois se fosse fácil Paulo não haveria escrito uma carta de recomendação a seu amigo, o qual tinha qualidades invejáveis. (amoroso, homem de fé, reanimador de corações -  versos 5, 6, 7)
Diante daquele pedido, Paulo tinha a certeza de que seria respondido e esta mesma palavra também nos exorta.
Abramos o nosso coração para o perdão, e que esta disposição para perdoar não seja penosa como uma obrigação, um mandamento, mas que ele seja expressão do nosso amor a Deus e de nosso amor por aqueles que nos ofenderam.

Pr. Wilson