Segunda, Fevereiro 06, 2012
Leitura bíblica diária
  • A torre de Babel
    Gênesis 11.1-9

    Naquele tempo todos os povos falavam uma língua só, todos usavam as mesmas palavras. Alguns partiram do Oriente e chegaram a uma planície em Sinar, onde ficaram morando. Um dia disseram uns aos outros: — Vamos, pessoal! Vamos fazer tijolos queimados! Assim, eles tinham tijolos para construir, em vez de pedras, e usavam piche, em vez de massa de pedreiro. Aí disseram: — Agora vamos construir uma cidade que tenha uma torre que chegue até o céu. Assim ficaremos famosos e não seremos espalhados pelo mundo inteiro. Então o SENHOR desceu...
Notícias Pastoral DE VOLTA À TEOLOGIA DA CRUZ

DE VOLTA À TEOLOGIA DA CRUZ

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Então, convocando a multidão e juntamente os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.” Mc 8.34
   
       “Não querendo generalizar, mas de uns 20 anos para cá, a igreja brasileira em sua maioria trocou a “teologia da cruz” pela “teologia do trono”. Vejo hoje, a igreja brasileira em três direções: uma ala (a maioria) embarcou-se na teologia da prosperidade, a segunda ala adotou a “teologia do vale tudo” e a terceira ala está firmada na teologia da ortodoxia (doutrina certa) sem ortopraxia (prática certa).

    Embora eu creia que haja cristãos sérios e fiéis a Cristo em todas elas, como havia nas sete igrejas de apocalipse, a eclesiologia brasileira precisa ser revista. Lendo o livro “Uma igreja sem propósitos - os pecados de uma igreja que resistiram ao tempo”,todas as expressões proferidas por Jesus, que comprometiam as igrejas tinham a ver com a falta de compromisso com o reino de Deus, ausência de santidade pessoal e falta de comunhão com Ele.
    Na verdade estamos presenciando uma igreja evangélica tornando-se “babélica”: nomes celebrados (nomes denominacionais); valorização das torres (construções de catedrais); resistência em espalhar (sair para campos missionários).
    Percebemos   hoje no Brasil, em nossos  arraias evangélicos, três ênfases principais que sinalizam a falta de uma teologia da cruz :
- As igrejas históricas permanecem contemplativas, olhando para as glórias do passado, sem perspectivas de futuro, não oferecem esperança a seus membros.
-  As igrejas pentecostais centralizaram-se no estilo de liderança autocrática e perderam o conceito de corpo. Seus membros se tornaram subservientes.
- As igrejas neopentecostais, além de lideranças autocráticas, se encantaram com “mamon”. Trocaram a salvação eterna por uma salvação temporal, o que provocou uma escassez de novos nascimentos e uma abundância em prosélitos. 
    Por todos estes motivos, vejo a necessidade urgente da igreja brasileira assumir uma “teologia da cruz”. A igreja precisa aprender a relevância de uma pedagogia do sofrimento; a realização em servir; a satisfação em se submeter ao senhorio de Cristo Jesus, e só então obter alegria de ver o Senhor fazer.” VOLTE-SE PARA A CRUZ DE CRISTO.

 

Pr Clói Marques