Segunda, Fevereiro 06, 2012
Leitura bíblica diária
  • A torre de Babel
    Gênesis 11.1-9

    Naquele tempo todos os povos falavam uma língua só, todos usavam as mesmas palavras. Alguns partiram do Oriente e chegaram a uma planície em Sinar, onde ficaram morando. Um dia disseram uns aos outros: — Vamos, pessoal! Vamos fazer tijolos queimados! Assim, eles tinham tijolos para construir, em vez de pedras, e usavam piche, em vez de massa de pedreiro. Aí disseram: — Agora vamos construir uma cidade que tenha uma torre que chegue até o céu. Assim ficaremos famosos e não seremos espalhados pelo mundo inteiro. Então o SENHOR desceu...
Notícias Pastoral A TEOLOGIA DO NENÊ

A TEOLOGIA DO NENÊ


A teologia do nenê
“É uma infantofobia geral”. A discriminação é total. Os nenês não têm vez. A mídia apresenta com freqüência a defesa dos direitos dos mais diversos grupos. O direito dos negros, árabes, mulheres, índios, adolescentes, e outros grupos não manifestos. Até as mais diversas preferências sexuais também recebem a sua apologética! Animais silvestres, plantas raras, gatos e cachorros também são contemplados.
Até objetos cúlticos populares são protegidos legalmente contra a discriminação. Já no caso dos nenês, isso não acontece! Os milhões de abortos praticados são “entendidos” a partir dos problemas sociais. As centenas de nenês abandonados pelos pais merecem apenas dó; mas, as mães, é claro, não tem culpa. Se elas tivessem matado uma arara, aí sim, seria um crime inafiançável, mas abandonar um nenê... Temos de entender o que as levou a fazer isso. Não podemos julgar! Os nenês jogados nas lagoas, maltratados em casa deveriam ter maturidade para entender que as mães e mulheres têm problemas de depressão e de estresse. Infelizmente, não existe o sindicato de defesa dos nenês para reivindicarem os direitos dos mesmos. Na Bíblia os nenês têm um lugar especial. Deus gosta de nenês tanto que ordenou ao primeiro casal da Bíblia: “sejam férteis e se multipliquem”, ou seja: “tenham nenês” (Gn 1.28). Abraão e Sara tiveram um “riso”, significado do nome Isaque (Gn 21.5-6). Um nenê chegou trazendo esperança para Ana (1 Sm 1.20). Deus preservou Moisés (At 7.20), o grande libertador. Os maus odeiam os nenês, por isso, Moisés é o grande sobrevivente do holocausto promovido pelo Faraó (Ex 1.22). A história da redenção do povo veio através de um bebê e Jesus sobreviveu a Herodes (Mt 2.16-18).
A supervisão divina na formação de um nenê merece atenção especial na Bíblia. O Sl 139. 13-18 nos mostra esta realidade. A relação dos fiéis genuínos com Deus tem como modelo as crianças (nenês) “Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos!...” (Mt 18.10). “Naquela ocasião Jesus disse: Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondestes estas coisas dos sábios e cultos, e as revelastes aos pequeninos” (literalmente nenês). “Sim, pai, pois assim foi do teu agrado” (Mt 11.25-26). Enquanto existem muitas discussões a respeito do louvor, a Bíblia esclarece que “... Da boca de pequeninos e crianças de peito tirastes perfeito louvor?” (Mt 21.16). Para que o nenê tenha um contexto saudável é necessário à família: - relacionamento baseado no amor, onde não se busca o próprio interesse, mas o do outro (1 Co 13.4-7; Fp 2.4); - proteção contra a solidão (Sl 68.6); - sexualidade baseada no amor verdadeiro, onde os pais deixam de assumir propósitos egoístas para se dedicarem à satisfação um do outro (I Co 7.3-5); - ambiente saudável para a educação dos filhos (Dt 6.6,7); - bom relacionamento entre pais e filhos (Ef 6.1-4). Além de uma Igreja adaptada e receptiva! Eis aí o nosso desafio.
 
Pastor Jorge