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Na revista VEJA de abril, edição 1099 ano 42 – nº 6 de 11 de fevereiro de 2009 (semana passada) trouxe como assunto da capa o seguinte tema “Uma Guerra de 150 Anos – Por que Charles Darwin não conseguiu expulsar Adão e Eva dos livros escolares”.
A revista é uma defesa da teoria evolucionista de Darwin e uma critica aos que ainda entendem que os conceitos de Darwin são insuficientes para revelar ou provar a origem das espécies.
Colégios protestantes como o Mackenzie são tratados quase como se fossem fundamentalista, pelo fato de apresentarem a seus alunos da 1ª à 4ª serie apenas o ensino bíblico sobre a criação (criacionismo).
A revista mostra-nos alguns fatos interessantes, como por exemplo: a existência de religiosidade no coração de Darwin; o seu interesse nos estudos teológicos com o objetivo de se tornar um pastor anglicano; o temor por parte da sua esposa, que considerava suas idéias “absurdas”; e o fato dele nunca afirmar que a Bíblia estava errada (pg 82).
Não posso ser absolutamente contra ao que Darwin diz quanto à origem das espécies, e levando em consideração o que a própria revista Veja diz: “que Darwin nunca disse que a Bíblia estava errada” é que me coloco na posição de defensor da única história que realmente explica a isto, a história bíblica.
Nem Darwin e nem qualquer outro cientista jamais conseguira provar a origem do universo, como também a harmonia dos elementos químicos sem se esbarrar no que a Bíblia chama de “O Insondável”. Não há para onde o ser humano fugir! Quando o homem se propõe a estudar a origem das coisas, sempre se esbarrará em Deus e como ele não pode ser testado empiricamente num tubo de ensaio, muitos preferem ficar na ignorância.
Por mais que queira, não posso ser como Charlles Hodge (teólogo americano de 1797 – 1878) que fazia campanha contra o ensino do darwinismo, pois precisamos julgar todas as coisas e reter o que é bom de cada uma.
Diante da questão evolucionista, precisamos realmente ver que o mundo está em constante evolução, mas que a mão de Deus jamais deixou o cosmos ao acaso, impossibilitando assim que este acaso produzisse algo, e especialmente que não seja caos.Diante da tentativa da revista Veja menosprezar o criacionismo, afirmo a todos que ainda prefiro Bíblia. Por quê? Simplesmente pelo fato de que “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele (Deus), e, sem ele, nada do que foi feito se fez.”, e isso, nenhum cientista vai poder mudar!