Terça, Fevereiro 07, 2012
Leitura bíblica diária
  • A verdadeira felicidade
    Salmo 1

    Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus e que não se juntam com os que zombam de tudo o que é sagrado! Pelo contrário, o prazer deles está na lei do SENHOR, e nessa lei eles meditam dia e noite. Essas pessoas são como árvores que crescem na beira de um riacho; elas dão frutas no tempo certo, e as suas folhas não murcham. Assim também tudo o que essas pessoas fazem dá certo. O...
Notícias Pastoral A GRAÇA DE OFERTAR - II Coríntios 08

A GRAÇA DE OFERTAR - II Coríntios 08

    “Um dos principais motivos da terceira viagem missionária de Paulo foi recolher uma “oferta especial” aos cristãos necessitados da Judéia. No governo do imperador romano Cláudio, houve um período de grande fome em todo o mundo, fato esse profetizado por Ágabo (At 11.27,28). Nesse tempo, os judeus que moravam em Roma foram expulsos (At 18.2), e uma pobreza assoladora atingiu os cristãos da Judéia.

Além da assistência material aos pobres, Paulo tinha outra bênção em mente. Desejava que essa oferta fortalecesse a unidade da Igreja pela partilha de recursos dos gentios com as congregações de judeus do outro lado do mar. Para o apóstolo, os gentios eram “devedores” dos judeus (Rm 15.25-28). O apóstolo Paulo, ao ser enviado aos gentios, assumiu o compromisso de não se esquecer dos pobres, o que efetivamente esforçou-se por cumprir (Gl 2.9,10). Durante suas viagens missionárias nas províncias da Macedônia, Acaia e Ásia Menor, Paulo esforçou-se para levantar uma oferta especial destinada aos pobres da Judéia (I Co 16.1-4; II Co 8.1-24; II Co 9.1-15). Paulo não só levantou esta oferta entre as igrejas gentílicas, mas a entregou com fidelidade (At 24.16-18). Como podemos descobrir se estamos “ofertando pela graça”? Paulo neste capítulo indica algumas evidências de que nossa contribuição é motivada pela graça. Vejamos:

1) Quando contribuímos apesar das circunstâncias (II Co 8.1,2)

2) Quando a contribuição transcende as expectativas (II Co 8.3-5)

3) Quando contribuímos seguindo o exemplo de Cristo, e não por pressões humanas – (II Co 8.8,9)

 

Infelizmente muitas igrejas têm se transformado num mercado, o púlpito num balcão, o evangelho num produto e os crentes em consumidores. Muitas igrejas evangelizam para ganhar dinheiro, em vez de usarem o dinheiro para evangelizar. Conta-se um fato ocorrido com Tomás de Aquino, no séc XIII. Ao visitar o papa Inocêncio 3º, foi recebido em uma suntuosa sala. O papa ocupado em contar grande soma de dinheiro, disse sorrindo: "Olha Tomás, a Igreja não precisa mais dizer não temos prata nem ouro"! Respondeu-lhe imediatamente, o ilustre visitante: "É verdade, mas nunca mais poderemos dizer: "Em nome de Jesus, o Nazareno, levanta e anda"!. A igreja não pode imitar o mundo. Este enriquece tirando dos outros; o cristão enriquece dando aos outros. Nestes versos Paulo nos ensina duas preciosas lições acerca da contribuição cristã:

Em primeiro lugar, a contribuição deve ser motivada pelo amor ao próximo.

Em segundo lugar, a contribuição é resultado do exemplo de Cristo.”

            Louvamos a Deus pela vida de todos os dizimistas e ofertantes da Igreja Presbiteriana Betânia. O que temos arrecadado tem sido usado na evangelização, somos a Igreja do Sínodo que mais contribui para o Supremo Concílio, ainda que não sejamos a que mais arrecada e temos procurado favorecer o trabalho da Igreja e sociedades internas patrocinando eventos da Igreja e apoiando aos necessitados. Você que tem sido fiel continue e você que ainda não experimentou a bênção de contribuir com alegria, experimente. Sobre todos seja a bênção do Senhor!

Bibliografia:

Wiersbe, Warren. Comentário Expositivo. N.T. Geográfica Editora

Lopes, Hernandes Dias. II Coríntios. Editora Hagnos 2008