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O Culto Doméstico*

Última atualização em Sex, 01 de Janeiro de 2010 16:23 Sex, 01 de Janeiro de 2010 15:49

por Dr. Joel Beeke

Toda igreja quer crescer. Mas, é surpreendente como só umas poucas procuram promover o seu crescimento interno pela ênfase na necessidade de criar os filhos na verdade da Aliança. Poucos lutam seriamente com o porquê de muitos adolescentes se tornarem membros nominais, com uma mera noção de fé, ou de trocarem a verdade evangélica por doutrina antibíblica e por modos de culto.

Creio que uma grande razão desse fracasso seja a falta de ênfase no culto doméstico. Em muitas igrejas e lares o culto doméstico é algo opcional ou, no máximo, um exercício superficial, assim como uma breve oração de graças à mesa antes das refeições. A conseqüência é que muitas crianças crescem sem qualquer experiência ou impressão da fé cristã e do culto como uma realidade diária. Quando meus pais celebraram as bodas de ouro todos nós, os cinco filhos, decidimos expressar-lhes a nossa gratidão de uma mesma maneira sem que antes houvéssemos nos consultado mutuamente. Todos nós, inacreditavelmente, agradecemos à nossa mãe por suas orações, e todos nós agradecemos ao nosso pai pela sua liderança no nosso culto doméstico nas tardes de domingo.

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Lugar certo e hora certa!

Sáb, 24 de Janeiro de 2009 08:49

O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos.”Provérbios 16.9

 

 “A mulher parecia estar no lugar errado na hora errada. Logo cedo ela foi a uma feira perto de sua casa. Quando voltou, um presidiário foragido, que havia matado quarto pessoas em sua fuga, a tomou como refém e a manteve por aproximadamente nove horas. Ele a amarrou e a ameaçou de morte se não fizesse o que ele mandasse.

Mas ao invés de estar no lugar errado na hora errada, ela estava exatamente onde Deus queria que ela estivesse. Enquanto muitos de nós entraríamos em pânico, ela começou a conversar com o criminoso. Ela leu para ele trechos do livro Uma Vida com Propósito, e aos poucos algo aconteceu no coração daquele criminoso. Uma revista secular chamou isto de “um encontro com Deus”. O Próprio criminoso a chamou de “Anjo de Deus, colocado ali pelo próprio Deus”.

Deus direcionou os passos daquela mulher, naquela manhã, para que pudesse se tornar a presença de Deus na vida de alguém que havia chegado no final da linha. Podemos planejar nosso caminho, mas é Deus quem determina nossos passos. Embora algumas histórias terminam de maneira trágica, essa deve ser lembrada sempre que estivermos próximos a estranhos, Deus tem um jeito de nos colocar no lugar certo, na hora certa.”

 

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Línguas estranhas: o que diz a Bíblia?

Última atualização em Qui, 24 de Dezembro de 2009 05:50 Qui, 24 de Dezembro de 2009 05:47

TERMINOLOGIA

Poliglossia (poli + glossa + ia): É um dom natural, dado por Deus, segundo Calvino; capacidade que algumas pessoas possuem de aprender e falar vários idiomas racionalmente. Assim como há pintores, escultores, músicos, também existem poliglotas e lingüistas. Muitos estudiosos entendem que a declaração marcana: "falarão novas línguas," nada mais é que o exercício da poliglossia apostólica, necessária à universalização da Igreja; hoje, poliglota.

Heteroglossia (heteros + glossa + ia): Faculdade mental ou psíquica de se falarem várias línguas. A heteroglossia pode ser inconsciente, carismática ou extática, e consciente, à semelhança da poliglossia. Aparece em I Co. l4. Pode surgir em textos lógicos ou em fragmentos retirados do "arquivo" do subconsciente sem passarem pela "censura" da mente, pelo reprocessamento racional do consciente. Há pessoas cujos arquivos inconscientes são vulneráveis, vindo à tona por estímulos externos e internos de natureza psíquica. Estas, independentemente da vontade e da oportunidade lógica, podem falar em idiomas desconhecidos retirados do "armazém" subconsciente ou "captados" do subconsciente de algum circunstante por via sensitiva.

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Adoração e Vida

Sáb, 17 de Janeiro de 2009 08:58


 Por Reverendo Wilson.

 

Ainda fazeis isto: cobris o altar do SENHOR de lágrimas, de choro e de gemidos, de sorte que ele já não olha para a oferta, nem a aceita com prazer da vossa mão.” Ml 2.13

 

 

 O povo de Deus que vivia nos tempos de Malaquias estava prestes a ter uma surpresa. Eles sentiam que Deus os havia abandonado, mas eles não conseguiam entender qual a razão disto. Como Deus não os ouvia se as cerimônias eram pomposas, solenes, dentro do mais refinado ritual religioso?

O profeta Malaquias explicou: Deus virou as costas para eles porque estavam oprimindo o trabalhador e se esquecendo dos pobres (Ml 3.5); estavam sendo infiéis à aliança do casamento (Ml 2.15,16) e roubavam de Deus ao reter seus recursos financeiros (Ml 3.8).

 

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